Os elétrons eram liberados por emissão termoiônica (de um metal a alta temperatura), no efeito fotoelétrico e no decaimento b de certos elementos radioativos.
Evidentemente que os elétrons podiam ser considerados como constituintes básicos dos átomos.
No modelo de J. J. Thomson, proposto em 1904, o átomo era considerado como um tipo de fluido com uma distribuição esférica contínua de carga positiva onde se incrustavam um certo número de elétrons, com carga negativa, o suficiente para neutralizar a carga positiva (Figura Abaixo).

Thomson, experimentalmente, provou que o átomo possui carga positiva e negativa, através de uma ampola de crookes, em que raios catódicos podeiam ser interpretados como sendo um feixe de partículas negativas. Assim concluiu que, estas partículas negativas faziam parte de qualquer átomo e recebeu o nome de elétron. O modelo atômico de Thomson propôs que o átomo fosse um fluido com carga positiva de formato quase esférico, no qual os elétrons estavam dispersos.
Posteriormente, em 1911 Rutherford realizou o experimento da folha de ouro, em que uma folha de ouro muito fina foi bombardeada por partículas alfa, grande parte das partículas atravessou a folha em trajetórias retilíneas, porém outras sofriam desvio. Desta forma, Rutherford concluiu que o átomo é formado por espaços vazios (onde as partículas alfa atravessaram) e por um núcleo central (onde as partículas foram desviadas). Portanto, o átomo é formado por um núcleo muito pequeno, com carga positiva e ao redor do núcleo orbitam os elétrons, como no sistema planetário, porém os elétrons ao longo do tempo perderia energia e espiralaria e cairia no núcleo.
Muito útil,Obg Tios(a)
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